Posts de janeiro \31\UTC 2012

h1

Muito … tudo!

31 janeiro, 2012

h1

Tava tudo combinado …

31 janeiro, 2012
h1

Enquanto você não vem …

31 janeiro, 2012

h1

terça-feira …

31 janeiro, 2012

… pra curtir dor de cotovelo …
intelectual. Existe? …

h1

Quando faltam as palavras …

29 janeiro, 2012

… eu me dedico às imagens.
#photoday

A foto

A foto da foto

Em casa

A imagem da imagem

Preferências

Estético chá!

h1

Longa Noite

23 janeiro, 2012

Gutemberg Guarabyra

Você pra mim existe antes dos dias
E antes da longa noite existia
E, assim, pra te buscar
Foi preciso voar
Antes mesmo dos ares, das montanhas, do mar
E segui sempre a luz
Que o tempo guarda em cada olhar
E que ninguém pode apagar

E quando, enfim, o mundo fez seu mundo
Do nosso amor nasceu o vagabundo
Pois viver é buscar
É não deixar passar
Cada uma aventura
Ou vontades de amar

E, assim, faça-se a luz
Que o tempo guarda em cada olhar
Ninguém mais pode te apagar!

h1

Ano Novo do Dragão! …

23 janeiro, 2012

Para Laura e Fernanda! …

h1

Rouco poema

21 janeiro, 2012

Tenho estado de pouca prosa, minha poesia está rouca!
Por quê ter que pedir perdão por dizer a verdade
se nas tuas palavras eu encontro minhas palavras
e na tua imagem eu encontro a minha imagem de você?

h1

Desejos … Drummond

21 janeiro, 2012

h1

Uma estrada

15 janeiro, 2012

Eu sinto por você um amor diferente.
É um amor antigo. Um amor que parece fome.
Eu sinto por você um amor igualzinho ao arco-íris
que correu o meu céu assim que eu avistei a cidade,
depois daquela chuva toda que pegamos no caminho.
Você me trazendo pela mão, eu com medo, muito medo,
assim, como lá no começo.
Sei que agora está voltando pela mesma estrada
Mas acho que a chuva já parou.
Você irá olhando as flores do caminho
e se lembrará de mim.
E se sentirá sozinho, bem como lá no começo,
quando alçou voo para as novas aventuras.
Lembra que eu chorei?
Mas a vida foi boa pra gente e nos deu um reencontro
e eu só quero agradecer
por você ter olhado pra mim esse tempo todo,
por ter segurado a minha mão.

h1

Zygmunt Bauman e o Big Brother

10 janeiro, 2012

Dissidente X: A sociedade fragmentada que o senhor apresenta em “Vidas desperdiçadas” não estimula a individualização e o sentimento de medo ao estranho que foram apresentados em “Amor líquido”?

Bauman: Claro. Nos comportamos exactamente como o tipo de sociedade apresentada nos “reality shows”, como por exemplo, o “Big Brother”. A questão da “realidade”, como insinuam os programas desse tipo, é que não é preciso fazer algo para “merecer” a exclusão. O que o “reality show” apresenta é o destino e a exclusão é o destino inevitável. A questão não é “se”, mas “quem” e “quando”. As pessoas não são excluídas porque são más, mas porque outros demonstram ser mais espertos na arte de passar por cima dos outros. Todos são avisados de que não têm capacidade de permanecer porque existe uma cota de exclusão que precisa ser preenchida. É exactamente essa familiaridade que desperta o interesse em massa por esse tipo de programa. Muitos de nós adaptamos e tentamos seguir a mensagem contida no lema do programa “Survivor”: “não confie em ninguém!” Um slogan como esse não prediz muito bem o futuro das amizades e parcerias humanas”.

Fonte: http://dissidentex.wordpress.com/2007/12/20/zygmunt-bauman-globalizacao-modernidade-sociedade-fragmentada/

*

Segundo o cientista social, “O homem é o único animal dotado de discurso […] o poder do discurso tem por finalidade expressar o que é vantajoso e o que é prejudicial, o que é justo e o que é injusto. É precisamente nisto que o homem se distingue dos outros animais: sozinho, não tem qualquer noção do bem e do mal, da justiça e da injustiça; e uma associação de seres vivos com este dom constitui uma família e um Estado”.

Citações da obra “A Sociedade Sitiada”, de Zygmunt Bauman, Instituto Piaget, Lisboa, 2010.

Algures em 1999, ao ver um grupo de pessoas enclausuradas durante um mês numa redoma de vidro no deserto do Arizona, John de Mol, de Hilversum, teve, segundo disse, um «grande lampejo» inspirador. Inventou o Big Brother. A sua ideia genial passou pela primeira vez na pequena estação de televisão privada Verónica, tendo-se tornado num grande êxito, a ideia foi imediatamente aproveitada pelas grandes estações de televisão, tem sido copiada desde então por vinte e sete países (o número continua a crescer, e velozmente) transformando o seu inventor no segundo homem mais rico da Holanda. O êxito do Big Brother foi fenomenal, mesmo se medido pelos padrões das grandes estações televisivas acostumadas a estimular as audiências por motivos publicitários. Sobre a versão francesa do Big Brother
(chamada Loft Story), Ignazio Ramonet escreveu que “nunca antes na história dos media franceses” houve um evento que “ao mesmo tempo inflamasse, fascinasse, chocasse, agitasse, perturbasse, sobre-estimulasse e irritasse o país”, e que ofuscasse eventos tão contemporâneos, normalmente muito populares, como o Festival de Cinema de Cannes e a final da Taça de França. Na Grã-Bretanha, cerca de 10 milhões de jovens, dos 18 aos 25 anos votaram a favor ou contra os concorrentes do Big Brother. Este número devia ser comparado com o milhão e meio de pessoas da mesma faixa etária que se espera que votem nas eleições legislativas britânicas. (…) Em perseguição cerrada do Big Brother veio o Elo Mais Fraco: outro êxito televisivo da viragem do século, este, inventado na Grã-Bretanha e pouco depois importado por uma larga soma pelos Estados Unidos. O Elo Mais Fraco repete a mensagem do Big Brother mas também diz em alto e bom som o que o Big Brother apenas sussurrava: as equipes existem apenas para servir a autopromoção dos seus membros mais inteligentes, não têm nenhum outro valor à parte esta função.

Op. Cit, pp 80-81.

* Zygmunt Bauman (19 de novembro de 1925, Poznań) é um sociólogo polaco (português europeu) ou polonês (português brasileiro) que iniciou sua carreira na Universidade de Varsóvia, onde teve artigos e livros censurados e em 1968 foi afastado da universidade. Logo em seguida emigrou da Polônia, reconstruindo sua carreira no Canadá, Estados Unidos e Austrália, até chegar à Grã-Bretanha, onde em 1971 se tornou professor titular da universidade de Leeds, cargo que ocupou por vinte anos. Lá conheceu o filósofo islandês Ji Caze, que influenciou sua prodigiosa produção intelectual, pela qual recebeu os prêmios Amalfi (em 1989, por sua obra Modernidade e Holocausto) e Adorno (em 1998, pelo conjunto de sua obra). Atualmente é professor emérito de sociologia das universidades de Leeds e Varsóvia.(Origem: Wikipédia)

h1

… Pessoa

8 janeiro, 2012

“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas,
que já tem a forma do nosso corpo,
e esquecer os nossos caminhos,
que nos levam sempre aos mesmos lugares.
É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la,
teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos”.

Fernando …

h1

O papai noel é meu! …

2 janeiro, 2012

Quando eu era pequena, num determinado momento me disseram, não me lembro como, que papai noel não existe.

Que nada! A cada Natal, debaixo da árvore de casa ele nunca falhou.

Sempre deixava o meu presente, sempre o de minha cartinha, mesmo sendo coisa que parecia impossível como uma bonequinha Wandeca, a sensação daquele ano, que esgotara nas lojas mas que até o último minuto, o bom velhinho (que era bem mocinho ainda), não deixou barato e mandou buscar no fim do mundo! …

Pois sim, esse “papai noel” existe! … está e sempre esteve presente em todos os meus momentos, bons ou ruins, sempre carinhoso e às vezes se fazendo de bravo, mas sempre a me apoiar, o que fez de mim uma mulher de coragem!

O Ruyzão, o Dr. Ruy de quem me orgulho tanto, o homem mais inteligente que eu conheço, o mais generoso, o mais correto, o mais honrado, o mais “tudo de bom”.

Esse Ruy aí é o melhor pai do mundo! Feliz aniversário meu pai, te agradeço por seu carinho, te agradeço por tudo, te amo muito … Ciranda!