
Ternura é o nome do poema (improviso)
Que deste meu coração pulsante,
te derrame o veneno nos olhos,
para que cego,
possas te afogar nos teus erros.
E que venha a ti a serenidade na voz do poeta
E que na ternura do seu acalanto
venha-te o conforto do adormecer de outrora,
daqueles olhos que te derramaram céu!

Sandra…nós somos almas gêmeas… encontradas não sei em que lugar. Fiz ontem algo parecido com um poema que se intitulava “ternuras”…Quer ver? Vou publicar primeiro aqui e depois colocar no meu blog…Beijo irmã….
Ternuras
E rindo eu fui por ir
Tentando reviver
Da morte do amor
Que nunca morre
De tanto sofrer quedas d’água
Mergulhando nas ternuras de você
Que fisgou meu coração nos anzóis da sua emoção
Que me prendeu nos fios de náilon da sua rede de arrastão
E nas cordas do seu violão
Que um dia já solou pra mim
E nunca só pra mim