O eterno amor e um piano

Minha amargura vem da amargura dos poetas
minha felicidade, das minhas crianças
de meus amores um só que me mata

da crueza das palavras mal ditas
um silêncio profundo se entrelaça
numa garganta que só quer te bendizer
porque a ti eu amo tanto
e a ti sempre amarei

Sei do teu amor por mim
e sei que é único
e sei também que só a morte pode explicar
sua grandeza infinita

para morrer basta não respirar
meu ar …
em ti pode faltar
o pulsar sem fim
de tudo que há em mim
para vingar a minha ausência

de tudo só meu amor por ti
deve ficar
a explanar um céu de eterno amor
que de outras vidas este amor vindou
e a outras terras deslizará

não entendo um amor tão grande assim
minha vida se modificou por ti
tua presença em mim crucificou
esse amor jamais vai acabar!

minha garganta pede por te bendizer
de um amor por ti que tive
e tenho e terei para sempre
apesar do meu calar profundo
porque a ti eu amo tanto
e a ti sempre amarei

que, nem a morte, há de levar …

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