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Sobre o milho do Nassif

Os vendedores de milho da Paulista

Acabou minha farra gastronômica na Paulista. Sempre fui milheiro militante, isto é, comedor de milho verde. Já cheguei ao cúmulo de, indo a um restaurante, encontrar um carrinho de milho na porta, comprar uma espiga e pedir um prato para comê-la antes da escolher o prato principal.

Pois a brava Guarda Municipal de São Paulo incluiu os carrinhos de milho nas suas prioridades. Não bastasse o grande tirocínio de considerar que as bancas de revista do centro são refúgios de criminosos, agora resolveu relacionar os carrinhos de milho com os vendedores de produtos pirateados.

Rondam, então, a região. Não encontrando ambulantes que vendem CDs piratas, investem contra os carrinhos, que descem em desabalada carreira Rua Augustua abaixo. Se detidos, perdem carrinhos e milho verde.

Só falta, agora, investirem contra o vendedor de amendoim doce que faz ponto no Conjunto Nacional.

Luis Nassif

27/01/2010 – 18:22

http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2010/01/27/os-vendedores-de-milho-da-paulista/comment-page-1/#comment-930715

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… Pois sim amigos, só pra concluir a discussão que se travou lá no Blog do Nassif.

“De nada adianda essa discussãozinha chula entre paulistas e cariocas porque só quem vive nas duas cidades pra saber o quanto as duas são maravilhosas e quais os riscos que as duas estão causando à integridade de seus moradores e visitantes. O Rio de Janeiro realmente acertou o pé quando elegeu uma dupla de administradores visivelmente preocupados com a cidade. O choque de ordem está mostrando ao povo Carioca que leis existem para serem cumpridas e que as pessoas têm que ter um mínimo de civilidade para viverem em sociedade. Parabéns ao prefeito Eduardo Paes pelo trabalho que vem realizando. Em São Paulo, infelizmente, não se teve a mesma sorte. A dupla de administradores parecem estar com a cabeça em outros projetos. O Kassab, ao lançar o projeto
cidade limpa, se esqueceu de olhar para o chão. A cidade nunca esteve tão cheia de lixo nas ruas. De nada adianta limpar o visual da cidade e não investir na educação para que a população fiscalize ostensivamente quem joga lixo nas ruas. Acho que é a população quem deve fiscalizar. As pessoas que estão tendo seus imóveis invadidos pela água, seus carros danificados, que estão perdendo horas no trânsito por causa dos alagamentos.
É a população que tem que dar um basta nisso tudo. Mas cabe à administração educar! Ouço as pessoas reclamando que os bueiros não estão sendo limpos. O que é preciso fazer é não jogar lixo nas ruas para que os bueiros não fiquem entupidos. Apenas um ato de civilidade. Enfim, o que tem o milho verde a ver com tudo isso? A guarda municipal deve ser respeitada, deve exercer o seu dever de manter a ordem pública. A administração e a vigilância sanitária devem manter uma fiscalização sobre os vendedores de alimentos nas ruas, para garantir, isso sim, a qualidade da saúde pública. E nós, pobres sonhadores, que possamos comer nosso milhozinho em paz!”

Sandra Barbosa de Oliveira

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“O desafio do discurso pós-Lula”

Luiz Horacio comentou para Vera Rosa do Estadão publicado no blog de Luis Nassif:

Esse período “pós-Lula” coloca diante do Brasil três possibilidades básicas: ir além de até onde Lula foi, retroceder e retornar a estágios “pré-Lula”, ou ficar vagando em algum lugar entre esses dois pólos. O mais indicado seria a primeira opção, um projeto real de país, de Estado e de governo, mas será que as principais candidaturas estão se preparando para isso? O “continuísmo” do país conflituoso e de divisão quase inconciliável entre as forças internas, na melhor (ou pior) tradição “latina”, seria ficar patinando na terceira opção, e aí a ocorrência de recuos e retrocessos torna-se possível e até provável.

O país tem bases excelentes, excelente material humano, um momento único em sua história, todos os recursos a ponto de causar inveja no mundo inteiro, mas, porém, contudo… Qual é a visão dos grupos políticos? Que tipo de alianças formam com vários setores, principalmente com o empresariado (que, apesar de sua complexidade de atividades, paradoxalmente se posiciona ainda de modo ideológico, mais até do que pediria as demandas de seu mercado)? Em conseqüência, apesar de todas essas pré-condições muito favoráveis, que decisões serão tomadas nos próximos anos no Brasil? Que prioridades serão eleitas (pelos governos eleitos)? É isso que preocupa tanto no caso de Dilma quanto no caso de Serra. Porque não há muita clareza, ou pelo menos há questões fundamentais que continuam a ser sempre deixadas de lado, porque “politicamente” não são interessantes. E é essa política de meias medidas (meio acertadas, meio erradas) que tem segurado o Brasil, nas várias vezes em que o país teve uma plataforma de projeção mundial, no passado, desde o Segundo Reinado, quando houve a briga do Imperador com o Barão de Mauá, e ao longo das décadas, no século 20.

Qualquer governo sério no Brasil terá de consolidar, garantir e avançar as políticas públicas, e dar a elas o tom mais forte no desenvolvimento COM um boom da educação. Se não houver esse boom na educação, de modo universalizado (em todos os níveis e regiões), não haverá uma boa direção para o país. E não será fácil afirmar a educação como prioridade, na hora de decidir e destinar recursos e esforços. A educação no Brasil precisa mudar total e radicalmente, começando pela estrutura escolar e pela carreira de professor. O que foi feito até agora nem faz cócegas no problema, que nem é visto ou aceito como prioridade real.

Isso sem falar de vários outros problemas muito graves. O pós-Lula (se houver – a 1a. opção) será de quem tiver a capacidade de levar o Brasil adiante, resolvendo as prioridades reais do país.

Luiz Horacio
24/01/2010 às 9:40

http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2010/01/24/o-desafio-do-discurso-pos-lula/

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Muito bom. Faço de suas palavras, minhas. Mas nessa roda viva de intenções há uma pergunta que não quer calar: … Quem? …

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Um comentário novo para uma história velha

Só porque é ano eleitoral resolvi reviver um episódio morto e enterrado. Notícia velha só serve pra embrulhar coco de cachorro. Será ?????

Muito ainda vai se ouvir falar sobre este assunto. Quem viver, verá.

Se o candidato Serra continuar liderando as pesquisas (diga-se de passagem que o IBOPE não tem demonstrado ser nada confiável), o ex-presidente FHC será alvo de fuxico e falação. Bem merecido até. Transparência deveria ser pré-requisito para quem quer seguir carreira política. Ainda mais se esse “seguir” significar assumir a Presidência da República!

A fofoca a que me refiro é sobre o filho que Fernando Henrique teve fora do casamento e sobre o qual, a duras penas, foi mantido sigilo, até a morte de D. Ruth.

Admiro muito o ex-presidente pelo conjunto de sua obra, por seu desempenho na vida política, por sua capacidade intelectual. Mas como tudo tem seu preço, vamos aguardar as consequências das deslizadas em sua vida pessoal.

Não que isso influa diretamente sobre seu passado político, mas pode sim “sujar a barra” para os seus sucessores de partido. Esperemos que não!

Então tá aí um novo comentário a respeito desta história que já está velha, onde esbarrei hoje ao ler um artigo no twitter:

http://tijoladasdomosquito.com.br/

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Xiii… Isso já é assunto passado a limpo. Mas acho que merece um comentariozinho sim.

Coisa feia… ficar todo mundo pregando o cara na cruz debaixo do véu da virgem maria!

Olha só: safadeza não tem sexo, idade, credo, raça, nível social, intelectual ou cultural. Quem sou eu pra julgar… mas pra mim são dois safados, que fizeram duas vítimas.

Eu sempre tive muito respeito pela D. Ruth. Um filho é sempre um filho… não é uma trepadinha à toa; e todo mundo aqui conhece a receita, né???

E tem mais… uma jornalista da Globo sabe bem o que quer quando vai pra cama com um senador casado, certo ???? Somou – o sedutor e a purinha (rsrsrs) – Santa ingenuidade… a minha !!!!!!

A imprensa fez o seu papel, de falar ou não dependendo dos interesses que estão sempre por trás.

A Globo fez o papel dela…de colocar na gaveta e mandar calar a boca… nada disso é novidade.

Portanto, diante dessa sujerada toda: acho que as pessoas precisam se dar mais ao respeito e respeitar mais o próximo. Era isso! Essas pessoas são pessoas de vida pública, não fosse isso eu também manteria minha boca fechada!

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E aí vai apenas uma opinião, não uma crítica.

Cada qual é o dono das suas próprias burradas!

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Ato de rua contra o aumento das tarifas de ônibus em São Paulo!!!!!

A palhaçada do aumento da tarifa do busão continua!! Amanhã tem manifestação!!! Vamos comparecer pra mudar essa história!!!

(Fonte: http://barraroaumento.wordpress.com/)
Contra o aumento da Tarifa!!!
ATO DE RUA CONTRA O AUMENTO DA TARIFA!

Dia: 07/01, quinta-feira

Concentração no Teatro Municipal às 16h

Saída em manifestação às 17h

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Reunião da Rede de Luta Contra o Aumento

Dia: 10/01, domingo – às 15h

Local: Ay Carmela! (Rua das Carmelitas, n° 140 – Sé)

Kassab aumentou a tarifa do ônibus para R$ 2,70!
A integração com o Metrô passou de R$ 3,65 para R$ 4,00. O prefeito ainda tem a cara de pau de pedir nossa compreensão, aproveitando-se das férias escolares e do recesso de fim de ano para evitar mobilizações contrárias a esse abuso!Todo ano os empresários do transporte pressionam a prefeitura para aumentar as passagens, para que possam continuar a lucrar. Cada um desses aumentos faz com que milhares de pessoas deixem de usar os ônibus por não terem dinheiro para pagar a tarifa. O aumento atual, de 17,4%, está acima da inflação do período. O acréscimo de R$ 0,40 em cada tarifa vai fazer com que gastemos R$ 118,00 com ônibus todo mês, ou 23% do salário mínimo – isso apenas para ir e voltar do trabalho. São Paulo terá a 2ª tarifa de ônibus mais cara do Brasil! E o Governo do Estado já anunciou que Metrô, CPTM e EMTU também serão reajustados em breve.Se o transporte é um direito do cidadão, não pode ser pensado enquanto lucro das empresas, mas sim como uma necessidade básica da população. Se ir e vir é um direito, o ônibus não deveria sequer ter tarifa. Imagine se os hospitais e as escolas públicas tivessem catracas na porta?
O poder público investe na construção de pontes, túneis e na ampliação da Marginal, o que só beneficia os carros particulares. Um grande volume de dinheiro tem sido aplicado em transporte coletivo visando a Copa do Mundo de 2014, mas esses investimentos não necessariamente correspondem às necessidades reais da população. Exemplo disso é a construção da Linha 4-Amarela do Metrô, que passará por bairros ricos como o Morumbi enquanto a periferia continua sem esse tipo de transporte, e o Terminal Campo Limpo – que prejudicou a locomoção dos moradores da região. Até quando as políticas públicas de transporte serão definidas sem que a população seja consultada?
Prefeitura e empresários tentam nos convencer de que o aumento é inevitável porque sabem que nós podemos barrá-lo. Aconteceu em Florianópolis e em Vitória em 2005, quando a população dessas cidades barrou aumentos de tarifa indo para as ruas se manifestar. Em 2006, em São Paulo, milhares de pessoas saíram às ruas contra o aumento. É isto que as autoridades querem evitar, mas não vão! O conjunto da população de São Paulo pode e vai barrar este aumento!

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http://bolaearte.wordpress.com/2010/01/06/ato-de-rua-contra-o-aumento-da-tarifa-do-busao