O último poema

Que deste meu coração pulsante,
te derrame o veneno nos olhos,
para que cego,
possas te afogar nos teus erros.

E que venha a ti a serenidade na voz do poeta
E que na ternura do seu acalanto
venha-te o conforto do adormecer de outrora,
daqueles olhos que te derramaram céu! …

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