Eternamente

Acabei de descobrir que o amor não tem nenhuma cor, que não tem idade, nem sexo, nem tão pouco depende de química… Acabei de descobrir que o amor não é presença, nem ausência… que é instância.
Acabei de descobrir que o amor é apenas cuidado, delicadeza. Gentileza.
Descobri a vontade de olhar eternamente pra alguém que está de partida, mas que isso não significa despedida.
Acabei de descobrir meu desejo de deitar na grama molhada de orvalho, debaixo do céu derramado de gelo, só pra olhar as estrelas. E lembrar que as estrelas daqui são as mesmas estrelas de lá.
Acabei de descobrir que o que eu espero do amor não são orgasmos e sim temperatura…
beijo… abraço… e aperto de mão.
Porque acabei de descobrir que o amor é infância.

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2 comentários em “Eternamente

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