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É hora de participar!

 

Não se trata de defender ou acusar governos ou parlamentares, trata-se apenas de defender valores referentes a direitos adquiridos.

Nossos problemas deixaram  de envolver apenas as questões políticas e entraram no campo moral e ético. Perdeu-se a credibilidade nas instituições.

Não se pode revolver-se no tempo para destituir grandes conquistas legais ou coisas quaisquer que possam desconstruir uma suada trajetória às liberdades individuais, nem fortalecer ameaças ao estado democrático de direito.

É a Democracia que está em jogo.Não estamos em meio à uma partida num estádio.

Estamos construindo sociedades, educando crianças para o futuro político da nação.

Toda responsabilidade é pouca em se tratando da vida e do bem comum.

Precisamos de garantias institucionais para que os direitos das minorias fiquem preservados, não permitindo retrocessos e nenhuma subjeção, pois que devemos ouvir, nesse momento, a voz de toda a sociedade.

*

Em tempo: o Brasil é um país laico! …

 

 

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E se Obama fosse africano?

Mia Couto

… “na realidade, só existe um modo de nos valorizarmos: é pelo trabalho, pela obra que formos capazes de fazer. (…) somos pobres. Ou melhor, fomos empobrecidos pela História, fomos também empobrecidos por nós próprios. A razão dos nossos actuais e futuros fracassos mora também dentro de nós. (…) somos produtores do nosso destino. (…) construtores de um tempo e de um lugar onde nascemos todos os dias. (…) antes vale andar descalço do que tropeçar com os sapatos dos outros.”

* Mia Couto é poeta e biólogo moçambicano e publica no Brasil pela Companhia das Letras, São Paulo.

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Opinião

– Pior do que a ação radical de direita e de esquerda, as quais nem merecem a inclusão no mérito, por deverem estar fora de qualquer classificação numa sociedade civilizada, é a legitimação da ignorância.
A China tem uma das ditaduras mais austeras do mundo, onde o cidadão é qualificado quase como um animal, para prover o sonho de consumo no resto do mundo.
A dicotomia vertical entre a miséria e a riqueza material é absolutamente inaceitável. Mas no Brasil, isso não é diferente. Por isso o meu levantamento de questões que invalidam o uso de termos ideológicos como “comunismo” e “capitalismo”.
No Brasil, o poder é ditado pela extrema direita parlamenrar há décadas. Num rodízio estúpido que sempre cai no mesmo lugar. Esse governo sindicalista corrompido só conseguiu o poder através de conchavos com a direita dos clãs coronealistas, latifundiários e centenários que exercem um poder sujo às custas da pobreza e da falta de interesse pelas questões sociais, forçando assim a má distribuição de renda e o possível crescimento de uma classe média, sobrecarregada de encargos e tributos, avaliados entres os maiores do mundo.
Portanto, essa dita esquerda que nos governa nada mais é do que a direita disfarçada. O Brasil está muito longe de ter um governo socialista moderado, voltado para o bem estar social. Somos um pais de ricos e pobres. Onde o privilégio institucional do capital concentra o poder na mão de poucos, em detrimento às necessidades básicas do cidadão.
O que precisamos é concentrar esforços para que as melhorias no campo da educação, da saúde, do transporte público e da segurança, obrigações constitucionais do Estado estejam ao alcance de toda a população de forma igualitária e justa e isso está muito longe de estar entre as atribuição das ideologias marxistas ou maoístas ou o que quer que se possa querer anexar ao contexto em voga.
O que se há de prezar aqui é apenas justiça social. E para isso há necessidade de manter-se em foco as reformas políticas, tributárias e eleitorais, para que o Brasil possa realmente dar um passo à frente.

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“TOMORROW IT WILL BE BIGGER”…

“Folks! Pay attention!
Our actions were victorious, but the movement has only begun!
We are part of a national struggle, of a global struggle!
And we won’t stop here. And so, it’s important that everyone come at 6pm,
to the Subway steps, to the bus station!
We will continue the movement because our struggle is much greater than this.
We will only stop when we put ONE MILLION, TWO MILLION, THREE MILLION…
TWENTY MILLION, HERE (Congress)…
To tell them, that it’s not right, what they do with our money.
With our health, with our education.
-TOMORROW IT WILL BE BIGGER”
*
Ouçam a voz do Brasil, numa convocação uníssona, representada pelo movimento que invadiu a cobertura do Congresso Nacional, na última segunda-feira. A força desse grito me representa !!!!!!!!! Esta convocação é para Brasília, mas todos estaremos de prontidão em algum lugar. A Luta é NOSSA! …
*
“Galera … Muita atenção!
O nosso Ato foi vitorioso, mas o movimento apenas começou.
Nós fazemos parte de uma Luta Nacional, de uma Luta Mundial!
Não podemos parar por aqui. Por isso, é importante que todo mundo que está aqui, esteja às seis horas de quinta-feira em frente à escadaria do metrô, na rodoviária. Vamos seguir o movimento porque a nossa luta é muito maior que isto !!!!!! Só vamos parar quando a gente colocar um milhão, dois milhões, três milhões, VINTE MILHÕES, AQUI, PRA FALAR PRA ELES, QUE NÃO ESTÁ CERTO, O QUE ELES FAZEM COM O NOSSO DINHEIRO, COM A NOSSA SAÚDE, COM A NOSSA EDUCAÇÃO !!!!!!”
-“AMANHÃ VAI SER MAIOR MAIOR” !!! …
*
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=oqbPYG0yDuI

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Ato nº5 (parte 2)

Um Ato nº5 muito diferente.

O Famoso “AI5 (Ato Institucional nº5)” de 13 de dezembro de 1968, tolheu a liberdade de expressão e reprimiu qualquer tipo de manifestação pública. Em tempos de ditadura, no regime Militar. 45 anos depois, vem um novo Ato nº5, pra mostrar que a rua é do povo, e que as palavras também.

Uma simbologia difícil de passar em branco! …

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Eu e o Posto

Não sei porque eu tenho em minha vida histórico curioso com posto de gasolina.

Uma vez eu conheci um cara, num posto de estrada e casei com ele. Ah, o amor. Jovens são tão esquisitos!

Anos depois, passados carnavais e vendavais, revoluções e resoluções, resolvi dar uma de broto e parti numa viagem autoral, de “canudo e canequinha” por Minas Gerais, o que me acarretou longas quatro horas de espera, num posto de gasolina, por uma condução que me valesse o peso, da espera e da “muamba” que toda mulher gosta de carregar quando volta pra casa.

Haja quinquilharia!

Pois hoje, depois de truculenta noite de descaso, ao acaso me deparei com um posto de gasolina do tipo “salvador da Pátria”.

Literalmente.

Eu ali, no meio de uma multidão de meninos gritando palavras de ordem com muita energia, pulei a corrente de um posto e me deparei com dois policiais recostados em sentinela, dos quais me tornei um grupo, pra levar pedrada, se o caso fosse, pois o “alto-comando” deliberou à folga, o Choque.

-Pois que bem, seu guarda: hoje vai ter calma? Perguntei ao soldado de prontidão.

-A “ordem de cima” diz que sim, respondeu o “polícia”.

E assim se fez, que levei vinte minutos a catequisar os guardas – o senhor tem filhos? -Tenho sim, minha senhora.
Pois que sim, outra vez.

-Se alguma coisa acontecer, antes de bater nos meninos, pense nos seus filhos, porque eu tenho duas, que estão aí.
E partiu a passeata sem uma única ocorrência de violência até a Ponte Estaiada, Zona Oeste de São Paulo.

Ao chegar em casa eu pensei: o “Alto-Comando Lá de Cima” protegeu os meninos.

Pôxa vida, esqueci do caso que casei lá no começo. Mas me lembrei que o posto era “Ipiranga”, olha a foto aí…

Ô pátria amada, salve salve!…

Ipiranga