infinita impossibilidade

(Sandra Barbosa de Oliveira)

o poeta encanta
enquanto canta
mantra
em versos
canto escuro como um manto

encantado o véu assim
no entardecer do céu
do sol se pôr
por tanto
azul a iluminar minar
da água azul também
fazer brilhar

o poeta enquanto canta
o mantra em céu
a escoar da chuva
em pleno pôr do sol
no entardecer
lilás molhado
o santo manto
azul transformado
mina também
no anoitecer do seu canto
triste algum lugar
escuro azul

e o poeta canta
encanta estrela em verso
eterno amor
infinita impossibilidade
do canto triste
a desvendar caminho
como seguir seu sonho
a naufragar poemas

*

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A primeira viagem

Foi apenas quando o trem de pouso bateu com as rodas no chão que eu me dei conta de que ali estava eu, sozinha e que estava por começar uma grande aventura.

O destino entre os tantos que algozmente antecederam a escolha, desde os primeiros momentos, não surgiu ao acaso e seria o tiro da grande jornada de autoconhecimento e motivação, que estava há muito a minha espera.

Seria eu ali a vislumbrar um mundo de aromas e paisagens, arte, sensações e solidão.

Meu medo me obstruía a passagem mas nunca haveria de chegar a minha hora se eu não criasse o momento… e parti.

Ao desembarcar em Barcelona, naquele que seria o meu primeiro chão de mundo livre, o aeroporto me recepcionou com maestria e me encaminhou para as ruas da cidade.

Ônibus, buzinas, o peso da mochila nas costas, tudo meio adormecido ainda diante do desembarque, no momento da chegada.

A tarde estava morna, o tempo sem cor, nem frio nem calor.

Eu ainda embriagada pelas horas do voo, desci na praça principal, rodeei-a a 360 graus e percebi-me perdida em meu giro, em meu relógio, em meus sentidos, em minhas pernas, tantas eram as ruas que a cercavam que eu não conseguia sair do lugar.

Até que por um momento eu parei, oxigenei, e percebi que já havia chegado ao meu destino e que o caminho me levaria de encontro aos meus anseios de marinheiro atracado no primeiro porto.

E foi assim que eu encontrei o hostel, logo ali perto, no mesmíssimo lugar em que o mapa o havia apontado.

E foi que eu sorri diante da majestosa porta centenária que ao abrí-la pensei comigo…

eu venci!
*

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Thrive … the world is waking up!

Pra prestar muita atenção. Rever os valores. Conceitos. Rever atitudes. Pensar. Agir! … Mudar

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Bora lá, rapaziada !!! … Vamos divulgar essa parada. E assinar … Nossos produtores, nossos artistas, nossos músicos, nossos técnicos … nossas famílias estão dependendo disso pra ter uma vida mais digna. O Brasil precisa dar valor para a própria cultura… para a própria produção artística. E isso depende também de VOCÊ !!! Vamos tirar a bunda da cadeira e nos juntarmos nessa briga por melhores condições de divulgação e veiculação de nosso cinema. #culturabrasil Salve salve !!! …

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Da obra de Patrick Süskind – O Perfume – #adoro … #photoday

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“O homem é o macaco que cozinha” Richard Wrangham

Sofia Cerveira – um pedacinho de Lisboa aqui no coração

Sem querer, num belo dia de sol, num belo lugar… não me lembro mais nem onde, nem porquê …

… porque onde e porquê tem horas que tanto faz …

… Me apareceu um anjo.

… Ora com sotaque lusitano … ora com impecável dicção do português falado no Brasil …

… Num Rio de Janeiro de mar, montanhas e luz … só podia ter vindo do céu.

E um bem-querer veio se instando com força, que de tanta, fez gerar uma amizade de grandes dimensões, que surportou a imensidão de um oceano, as imposições da distância e o girar das duas vidas.

Porque as vidas giraram muito.

Mas mesmo assim, a força do coração não desiste.

Num belo dia de sol, de não sei onde, nem porquê, apareceu um anjo que me levou um pedacinho do coração para “além-mar” … mas me deixou um pedacinho de Lisboa…

Aqui pra mim.

Ela é Sofia, minha irmã, uma simples menina, com alma de oceano! Alma de anjo!